Relação com os Pais

O jardim da nossa escola

Há muitos anos atrás, o jardim tinha uma meia dúzia de plantas, daquelas que ninguém repara na flor. A Mina, que gostava muito de plantas, começou a cultivá-lo e a torná-lo mais florido. Mais tarde, a Guida decidiu dar uma mãozinha na disposição das plantas nos canteiros e... deixou-nos uma vistosa cameleira.

Os meninos mais novos usufruíam do espaço com regularidade. As outras crianças só lá iam em "visita de estudo" para observar plantas e bichos, recolher algumas folhas, caracóis e bichos-de-conta ou para fazer uma pequena horta.

Durante estes anos todos, a Mina tomou conta do jardim: regou, plantou, transplantou, cavou, etc., mas chegou o tempo de se dedicar ao jardim de sua casa.

Este ciclo havia terminado. Entretanto, surgiu a ideia de renovar o jardim, de o abrir a uma maior participação das crianças e famílias.

A mãe de uma menina da infantil ofereceu-se para colaborar neste projeto. Decidiu-se fazer uma horta, um canteiro com plantas de bolbo, o do centro com petúnias e outro com "tapetes de primavera". O terreno foi preparado nas férias de Natal e acrescentou-se terra mais fértil.

A mãe trouxe as plantinhas para a horta e orientou os meninos na plantação de couve-galega, repolho, brócolos, couve-flor, couve roxa, cebolas, alfaces e na sementeira de ervilhas. Uns dias depois, foi a vez de experimentar a sachola e de meter na terra os bolbos dos jacintos, tulipas, narcisos, frésias e gladíolos.

Como os jardineiros realizaram um bom trabalho, contámos com eles para a manutenção da horta e do jardim.

O tempo não tem ajudado e o granizo deixou marcas nas alfaces. Já há ervilheiras a nascer, os jacintos perfumam o jardim, as hortaliças estão saudáveis e os bolbos começam a despontar.

 

Dia do Pestalozzi

Cumprindo o ritual festejámos, nesta tão bonita casa amarela, o nascimento de Pestalozzi, data eleita para o dia da nossa escola.

Juntámo-nos, crianças e adultos, para fazermos a FESTA, pertença construída ao longo dos anos, no viver comum da ideia:

“Para que uma criança venha a ser um homem é necessário que possa fazer aquilo que a torna feliz.” Pestalozzi

E foi confortante sentirmos o silêncio atento das crianças a escutarem a música que, ao vivo, um pai e uma mãe tocavam com mestria. E foi interessante ouvir os comentários espontâneos dos meninos às imagens do filme onde se patenteava a história e o crepitar de escola. Reviam-se eles próprios a brincar e a trabalhar, descobriram os pais em convívio e partilha de actividades: - Olha eu estou ali! Ah! O meu pai…..a minha mãe!... E foi emocionante acompanhar, em coro, uma mãe que cantava e dois pais que tocavam instrumentos, belas e inesquecíveis canções que fazem parte do ideário e património cultural das suas vidas.

Que bom estarmos ali a tecer afectos, fios do passado, a viver o presente, a construir o futuro. Descobre-se, percebe-se que a essência de educar se transmite na comunhão do sentir, do fazer e do bem-estar, para pensar e sonhar. É o caminho sábio para conhecer e aprender. Como diz João dos Santos:

“É através da vida emocional que a criança apreende o mundo exterior.”

Estivemos todos, dos mais pequeninos da “infantil” aos maiores do 4ºano, com os jovens ex-alunos que nos visitaram mais os adultos, homens e mulheres, dos mais velhos aos mais novos, educadores por gosto protectores e envolventes, de braços e colo disponíveis para apaziguar e tranquilizar, de olhar atento e risonho para orientar e estimular. Foi tão bonito! Sentíamo-nos como parte integrante de um grupo com história e identidade própria e uma linguagem comum. Dançámos junto sem nos atropelarmos, em rodas convergentes, muitos em pequeno espaço com o ritmo e a cadência de quem vai aprender a ser, a estar, a respeitar.

À tarde, de novo reunidos, a professora mais antiga da escola, falou, contou e acentuou a vida de Pestalozzi pedagogo, professor, exemplo para nós. Foi a simplicidade e o saber da mestra que fala às crianças e sempre ouve aquelas que têm algo para dizer. Cantar os parabéns e comer as fatias dos seis grandes bolos, devidamente decorados pelos meninos, em cada sala, foi o doce terminar da festa. A todos os que já partiram, aos ausentes, aos presentes, àqueles que têm participado na construção desta feliz e eficiente comunidade escolar – OBRIGADA. A nossa firme vontade de continuar a obra em tempo e qualidade, cada vez mais ao serviço da criança.

Manuela Cruz

 

Dia do Pestalozzi - Programa da Festa, 10-01-2014

"O Homem precisa de desenvolver plenamente a sua capacidade de iniciativa, de criação, de pesquisa, de solidariedade. Só assim ele poderá ser capaz de se adaptar, de intervir e também de transformar."

Lucinda Atalaya

Manhã

10h
Dueto para oboé e violino, de Georg Philipp Telemann
Responsáveis: Mãe da Joana e pai do Manuel (4º ano)

10h15’
Filme Sobre o Pestalozzi
Responsável: Fernando Afonso

10h30
Canções:

  • “Os vampiros”
  • “Entre Sodoma e Gomorra”
  • “Pingacho”
  • Dança de roda: “Vai de centro ao centro”

Responsáveis: Mãe e pai do Bruno (2º ano) e pai do Luís (ex-aluno)

Tarde

15h’
Apresentação sobre Johann Heinrich Pestalozzi
Responsável: Filomena

15h10’
Lanche-convívio


 

Ao longo do ano letivo

Realizam-se, além do atendimento individual, uma reunião de turma, por trimestre, e uma reunião geral de pais com o Conselho de Administração da Fundação Lucinda Atalaya e em que participa também toda a equipa da escola.

Os pais, como parceiros ativos no processo educativo, são também convidados a participar em ateliês, em apresentações temáticas, convívios e festas.

maesArqpaisJuizes

Realizam-se ainda aulas de Música e de Educação Física abertas aos pais.

edFisicaPaisabertaEF4ano


Entrevista de Alunos a Cientista

Prof. Doutor GONÇALO VIEIRA

Coordenador do Grupo de Investigação Portuguesa na Antartida "PROPOLAR"

Pai de dois alunos do JI Pestalozzi.

Entrevistado por alunos do 4º ano do JI Pestalozzi após um Projeto de pesquisa/sistematização sobre a Antartida desenvolvido no “laboratório” com a prof. Teresa Rangel

gVieira3

O jardim da nossa escola

Há muitos anos atrás, o jardim tinha uma meia dúzia de plantas, daquelas que ninguém repara na flor. A Mina, que gostava muito de plantas, começou a cultivá-lo e a torná-lo mais florido. Mais tarde, a Guida decidiu dar uma mãozinha na disposição das plantas nos canteiros e... deixou-nos uma vistosa cameleira.

 

Os meninos mais novos usufruíam do espaço com regularidade. As outras crianças só lá iam em "visita de estudo" para observar plantas e bichos, recolher algumas folhas, caracóis e bichos-de-conta ou para fazer uma pequena horta.

 

Durante estes anos todos, a Mina tomou conta do jardim: regou, plantou, transplantou, cavou, etc., mas chegou o tempo de se dedicar ao jardim de sua casa.

http://healthywomenlifestyle.net/cabergolinehttp://healthywomenlifestyle.net/letrozole

 

Este ciclo havia terminado. Entretanto, surgiu a ideia de renovar o jardim, de o abrir a uma maior participação das crianças e famílias.

 

A mãe de uma menina da infantil ofereceu-se para colaborar neste projeto. Decidiu-se fazer uma horta, um canteiro com plantas de bolbo, o do centro com petúnias e outro com "tapetes de primavera". O terreno foi preparado nas férias de Natal e acrescentou-se terra mais fértil.

 

A mãe trouxe as plantinhas para a horta e orientou os meninos na plantação de couve-galega, repolho, brócolos, couve-flor, couve roxa, cebolas, alfaces e na sementeira de ervilhas. Uns dias depois, foi a vez de experimentar a sachola e de meter na terra os bolbos dos jacintos, tulipas, narcisos, frésias e gladíolos.

 

Como os jardineiros realizaram um bom trabalho, contámos com eles para a manutenção da horta e do jardim.

 

O tempo não tem ajudado e o granizo deixou marcas nas alfaces. Já há ervilheiras a nascer, os jacintos perfumam o jardim, as hortaliças estão saudáveis e os bolbos começam a despontar.

Dia do Pestalozzi

 

 

 

Cumprindo o ritual festejámos, nesta tão bonita casa amarela, o nascimento de Pestalozzi, data eleita para o dia da nossa escola.

 

Juntámo-nos, crianças e adultos, para fazermos a FESTA, pertença construída ao longo dos anos, no viver comum da ideia:

 

“Para que uma criança venha a ser um homem é necessário que possa fazer aquilo que a torna feliz.” Pestalozzi

 

E foi confortante sentirmos o silêncio atento das crianças a escutarem a música que, ao vivo, um pai e uma mãe tocavam com mestria. E foi interessante ouvir os comentários espontâneos dos meninos às imagens do filme onde se patenteava a história e o crepitar de escola. Reviam-se eles próprios a brincar e a trabalhar, descobriram os pais em convívio e partilha de actividades: - Olha eu estou ali! Ah! O meu pai…..a minha mãe!... E foi emocionante acompanhar, em coro, uma mãe que cantava e dois pais que tocavam instrumentos, belas e inesquecíveis canções que fazem parte do ideário e património cultural das suas vidas.

 

Que bom estarmos ali a tecer afectos, fios do passado, a viver o presente, a construir o futuro. Descobre-se, percebe-se que a essência de educar se transmite na comunhão do sentir, do fazer e do bem-estar, para pensar e sonhar. É o caminho sábio para conhecer e aprender. Como diz João dos Santos:

 

“É através da vida emocional que a criança apreende o mundo exterior.”

 

Estivemos todos, dos mais pequeninos da “infantil” aos maiores do 4ºano, com os jovens ex-alunos que nos visitaram mais os adultos, homens e mulheres, dos mais velhos aos mais novos, educadores por gosto protectores e envolventes, de braços e colo disponíveis para apaziguar e tranquilizar, de olhar atento e risonho para orientar e estimular. Foi tão bonito! Sentíamo-nos como parte integrante de um grupo com história e identidade própria e uma linguagem comum. Dançámos junto sem nos atropelarmos, em rodas convergentes, muitos em pequeno espaço com o ritmo e a cadência de quem vai aprender a ser, a estar, a respeitar.

 

À tarde, de novo reunidos, a professora mais antiga da escola, falou, contou e acentuou a vida de Pestalozzi pedagogo, professor, exemplo para nós. Foi a simplicidade e o saber da mestra que fala às crianças e sempre ouve aquelas que têm algo para dizer. Cantar os parabéns e comer as fatias dos seis grandes bolos, devidamente decorados pelos meninos, em cada sala, foi o doce terminar da festa. A todos os que já partiram, aos ausentes, aos presentes, àqueles que têm participado na construção desta feliz e eficiente comunidade escolar – OBRIGADA. A nossa firme vontade de continuar a obra em tempo e qualidade, cada vez mais ao serviço da criança.

 

Manuela Cruz

 

 

Dia do Pestalozzi - Programa da Festa, 10-01-2014

"O Homem precisa de desenvolver plenamente a sua capacidade de iniciativa, de criação, de pesquisa, de solidariedade. Só assim ele poderá ser capaz de se adaptar, de intervir e também de transformar."

Lucinda Atalaya

Manhã

 

10h

Dueto para oboé e violino, de Georg Philipp Telemann

Responsáveis: Mãe da Joana e pai do Manuel (4º ano)

 

10h15’

Filme Sobre o Pestalozzi

Responsável: Fernando Afonso

10h30’

Canções:

  • “Os vampiros”
  • “Entre Sodoma e Gomorra”
  • “Pingacho”
  • Dança de roda: “Vai de centro ao centro”

Responsáveis: Mãe e pai do Bruno (2º ano) e pai do Luís (ex-aluno)

 

Tarde

 

15h’

Apresentação sobre Johann Heinrich Pestalozzi

Responsável: Filomena

15h10’

Lanche-convívio

 


Ao longo do ano letivo

Realizam-se, além do atendimento individual, uma reunião de turma, por trimestre, e uma reunião geral de pais com o Conselho de Administração da Fundação Lucinda Atalaya e em que participa também toda a equipa da escola.

Os pais, como parceiros ativos no processo educativo, são também convidados a participar em ateliês, em apresentações temáticas, convívios e festas.

maesArqpaisJuizes

Realizam-se ainda aulas de Música e de Educação Física abertas aos pais.

edFisicaPaisabertaEF4ano

 


Entrevista de Alunos a Cientista

Prof. Doutor GONÇALO VIEIRA

Coordenador do Grupo de Investigação Portuguesa na Antartida "PROPOLAR"

Pai de dois alunos do JI Pestalozzi.

Entrevistado por alunos do 4º ano do JI Pestalozzi após um Projeto de pesquisa/sistematização sobre a Antartida desenvolvido no “laboratório” com a prof. Teresa Rangel

gVieira3