3.ª Assembleia de Escola (2019)

A última Assembleia Geral de Escola do ano letivo de 2018/2019, realizada no dia 25 de junho, às 9h30, permitiu fazer um ponto da situação sobre os recreios, abordar os assuntos que estavam pendentes e lançar temáticas para discutir no próximo ano letivo.

Os alunos do 4.º ano deram início à Assembleia dando conta da sua deslocação à Câmara Municipal de Lisboa para solicitar um local para parqueamento de bicicletas em frente à Escola, na sequência do inquérito realizado aos pais e alunos durante este ano letivo. A resposta da Câmara foi positiva, tendo havido o compromisso de destinar o espaço de dois lugares de automóvel, depois de pintado, para parquear as bicicletas, trotinetas ou skates.

Relativamente à gestão da utilização das andas, de modo a permitir que os alunos que ainda não sabem andar consigam aprender, foi aprovada a decisão de contar cinco minutos a partir do momento em que um colega quer andar até passar as andas a outro menino. Para tal, avançou-se a proposta de haver um relógio no recreio e de os alunos mais crescidos ajudarem os mais pequenos a contar os cinco minutos. Os meninos da infantil pediram para também terem andas adequadas ao seu tamanho.

Foi abordada a forma como decorreram os recreios conjuntos, entre os meninos da infantil e os do 1.º ciclo, às terças e sextas-feiras, à hora do almoço, tendo o balanço sido muito positivo. Foi unânime a vontade de dar continuidade a esta modalidade de recreios no próximo ano letivo, nos mesmos dias.

Os alunos do 2.º ano pediram desculpa à Assembleia por terem colocado sinalética para meninos e meninas na casa-de-banho do recreio sem terem consultado os colegas, reconhecendo que, a princípio, lhes tinha parecido uma boa ideia, mas que depois tinham percebido que afinal não era.

Foram avançados diversos assuntos que não houve tempo para resolver, pelo que tiveram de ficar para o próximo ano, como por exemplo a proposta de haver alunos a fazer de árbitros nos dias de futebol, de haver uma escala de alunos que ajudassem na manutenção das casas-de-banho lembrando os colegas dos cuidados a respeitar e de haver um Jornal de Parede coletivo na Sala da Mesa Azul, onde todos os meninos pudessem escrever. À pergunta de um menino mais novo “Então e quem não sabe escrever?”, os mais crescidos prontificaram-se: “Nós ajudamos”.

Esta última Assembleia do ano teve da mesa a educadora Paula Moura, a professora Joana Peixoto e a auxiliar Julieta Fernandes. Quanto aos alunos, houve uma novidade: em vez de ter sido presidida por dois meninos do 4.º ano, foi por um do 4.º ano, o Gui, e outro do 3.º ano, o Miguel. Assim, já se fez a “passagem da pasta”! Outra novidade: conseguimos arranjar maneira de trazer cadeiras e bancos para todos os alunos, o que permitiu que todos os meninos, mesmo os mais pequeninos, estivessem mais confortáveis.

Resta salientar que todos – alunos, professores e auxiliares – estiveram presentes e participativos, implicados na discussão dos assuntos e na procura de soluções que dizem respeito a toda a Escola.

Novo parque para bicicletas

Os alunos do 4.º ano, do ano letivo anterior (2018/2019), construíram e enviaram um inquérito a todos os colegas e pais do JIP para saber como se deslocavam ou gostariam de deslocar para a Escola.

Através deste inquérito, preenchido em google docs, ficámos a saber que havia meninos e pais que queriam vir para a Escola de bicicleta, de trotineta ou de skate, mas que tinham dificuldade em parquear estes veículos.

Os alunos, o professor e as estagiárias do 4.º ano empenharam-se ativamente na solução deste problema, tendo solicitado uma audiência à Câmara Municipal de Lisboa. No dia combinado, deslocaram-se até à Câmara de metropolitano e foram recebidos pelo Vereador da Mobilidade.

Na sequência deste pedido, no início deste ano letivo, foi colocado um estacionamento para bicicletas e outros veículos em frente à nossa Escola, ocupando dois lugares de carros.

Agora falta pintar os ferros e o chão para embelezar este parque de bicicletas!

Em breve meteremos mão à obra, convictos de que é essencialmente através da ação que se constrói a noção de cidadania.